Benefícios e características do BIM na modelagem 3D no canteiro de obras

O BIM (Building Information Modeling) encontra cada vez mais campos de aplicação, tais como a modelagem 3D ou 4D do canteiro de obras. Conheça as características, as particularidades e os benefícios oferecidos pelo BIM neste âmbito

A correta organização do canteiro de obras permite implementar medidas de prevenção e proteção de trabalhadores, equipamentos e máquinas instaladas no próprio canteiro, garantindo a execução eficiente e rápida das obras e, portanto, economizando tempo e recursos financeiros.

Vejamos como a modelagem 3D, BIM oriented, pode auxiliar o projeto de canteiros de obras.

O conceito de projeto de canteiro de obras
Em um canteiro de obras, para realizar uma construção, é necessário seguir algumas etapas complexas, mas essenciais, tais como:

  • Definição dos equipamentos e das máquinas necessárias;
  • Colocação dos equipamentos no canteiro;
  • Definição dos espaços destinados aos trabalhos;
  • Definição das vias reservadas para o trânsito dos veículos.
  • Canteiro de obras

A fim de otimizar todos os processos e gerenciar de forma correta os recursos, é preciso realizar o projeto do canteiro de obras, pois é a fase da qual depende o êxito do processo de construção.

O canteiro de obras é, na verdade, um dos lugares de partida da quarta revolução industrial (Indústria 4.0).

A metodologia BIM oriented abre, então, o caminho para uma abordagem mais eficiente e eficaz ao projeto de canteiros de obras.

O BIM e a modelagem paramétrica do canteiro de obras
Com a metodologia BIM podemos projetar o canteiro de obras graças à modelagem paramétrica 3D.

A técnica de modelagem representa os objetos com parâmetros e regras que determinam geometria, características e propriedades dos próprios objetos.

Um exemplo é o projeto de andaimes.
Utilizando um específico objeto paramétrico e definindo número e tamanho dos níveis e dos vãos, é possível projetar um andaime equipado com:

  • Quadros
  • Diagonais
  • Parapeitos
  • Rodapé

Esta facilidade de modelagem adapta-se perfeitamente às várias mudanças que ocorrem em um canteiro de obras, por exemplo as inúmeras alterações que o andaime irá sofrer em fase de realização da obra. A mesma abordagem vale para todos os restantes objetos paramétricos do canteiro:

  • logísticos (cercas, vias, áreas de armazenamento, escritórios);
  • tecnológicos (andaimes, gruas, máquinas, instalações);
  • naturais (vegetação, cursos fluviais, taludes);
  • antrópicos (residenciais e atividades produtivas, estradas), dentro e fora do canteiro de obras.

Canteiro de obras digital

Poder dispor de um modelo virtual do canteiro de obras abre o caminho para inúmeras oportunidades. Um exemplo é o conceito de Digital Twin, ou seja, o gémeo digital: uma cópia exata, o modelo virtual de um objeto real com o qual realizar testes para evitar eventuais problemas/erros que poderiam resultar em desperdícios de tempo e recursos financeiros.

Utilizando o modelo virtual 3D do canteiro de obras e da área em que será realizado (digital twin), é possível fazer simulações do processo de construção para verificar:

  • Eventuais problemas relativos a escolhas de projeto e organização;
  • Procedimentos operacionais;
  • Medidas de prevenção e proteção.

Além disso, é possível detectar e resolver com antecedência os possíveis riscos para a saúde e a segurança dos trabalhadores.

Em um modelo virtual 3D do canteiro de obras são realizadas várias operações, tais como:

  • “Andar por dentro” (walk-through)
  • “Voar por dentro” (fly-through)
  • Animar os objetos (trabalhadores, equipamentos, máquinas, etc.)


por exemplo, para avaliar as interferências de espaço e simular condições meteorológicas particulares.

A partir do modelo virtual é possível obter:

  • Informações para a construção e a alteração do canteiro de obras;
  • Documentos específicos:
  • Plantas
  • Cortes
  • Planimetrias
  • Vistas em corte isométricas
  • Elevações
  • Detalhes de construção.

Todos esses documentos constituem uma vista do canteiro de obras em um momento específico. São, portanto, evidentes os benefícios resultantes da utilização do modelo digital de canteiro de obras.

Segurança e trabalho colaborativo

Graças ao formato aberto IFC, os técnicos envolvidos no processo de projeto do canteiro de obras podem compartilhar, de acordo com as regras previstas pela metodologia BIM, os modelos digitais 3D relacionados à própria área de competência. Por exemplo, o técnico responsável pelo projeto do canteiro poderá “inserir” no próprio modelo virtual o modelo digital arquitetônico, estrutural, de instalações, etc. Daí nasce o chamado “modelo digital federado”: um ambiente comum para compartilhar e analisar as escolhas de projeto do inteiro processo de projeto.

Fonte: accasoftware

Drones painéis solares

Drones com câmera termográfica monitorizam painéis solares / fotovoltaicos

Drones com câmera termográfica monitorizam painéis solares

Os avanços e inovações tecnológicas não param de ocorrer e a civilização vai gradativamente absorvendo as novas tecnologias e as ferramentas modernas que hoje se encontram à nossa disposição.

Para exemplificar esses avanços, estamos apresentando a seguir, um gigantesco Projeto de Energia Solar, utilizando áreas inóspitas e não aproveitáveis praticamente, para colocação de painéis fotovoltaicos formando uma grande Central de Energia Solar.

Tal empreendimento é um projeto da GE no Oriente Médio (proximidade de Dubai), que permite alimentar com energia limpa e renovável, de forma única e completa, uma cidade com população da ordem de 250 mil habitantes.

Não bastasse o uso da Energia Solar do futuro (ou já do presente !) o projeto é desenvolvido em plena região desértica, que experimenta temperaturas de cerca de 120 graus centígrados, e que contempla ainda o uso de drones e robôs como elementos básicos para a Operação e Manutenção do Sistema.

O Parque de Energia Solar referido foi implantado no deserto e o custo da energia gerada pelo sistema é mais barato do que qualquer outra energia existente no país,  alcançando um custo inferior a 3.00 US$ por KWh.

Vale a pena conferir no vídeo a seguir apresentado (anexo), para a devida atualização tecnológica do mundo moderno.

A corrida para fontes limpas e renováveis como a Energia Solar, toma força com a reunião da COP 23 que ora se realiza em Bonn, na Alemanha, que cobra dos países providências para substituição de energias não renováveis e poluentes majoritárias em todo o planeta. Nessa Reunião, estão sendo tratados os assuntos referentes a implementação do Acordo de Paris, assinado por cerca de 200 países, com relação às providências acordadas por tais países para limitar o aumento da temperatura global do planeta. No evento estão sendo esperadas cerca de 20.000 pessoas.

No Brasil, com a alta das tarifas de Energia Elétrica e com a situação econômica delicada, a tendência é o aumento das despesas de energia para todos aqueles que dela dependem para os seus negócios.

O avanço constante da tecnologia na área de Energia Solar tem concorrido para significativas diminuições dos custos desses sistemas, o que vem viabilizando melhor retorno dos investimentos na implantação da Energia Solar e hoje, por exemplo, já nos é garantido um retorno de cerca de 3 anos e os preços continuam a cair para as instalações fotovoltaicas.

A SCM Engenharia não podendo ignorar esse aperfeiçoamento e essa grande oportunidade para os detentores de outorgas de serviços de telecomunicações e de radiodifusão e coloca-se à disposição para a devida orientação e indicação de medidas inteligentes que poderão ser adotados aos seus Clientes, não só na parte técnica, como também na linha de financiamentos hoje disponíveis e incentivadoras na adoção de energias limpas e renováveis, levando em consideração o avanço desse Setor com as ações de incentivo à Geração Distribuída, devidamente regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) órgão máximo desse segmento em nosso país, como a ANATEL para o Setor de Telecomunicações.

A inspeção visual ou termográfica é imprescindível para garantir o bom funcionamento das instalações. Uma célula fotovoltaica que deixa de produzir eletricidade tem a temperatura mais elevada, devido ao sobreaquecimento que acontece antes de o sistema falhar. Esta informação pode ser captada pelas câmaras térmicas.

Ao instalar uma câmara que capte imagens térmicas num drone, é possível detetar as células danificadas e elaborar um relatório completo para se poderem realizar as reparações necessárias, disponibilizando igualmente aos promotores dos projetos, um mapa de localização detalhado de todas as falhas detetadas.

Fonte: scmengenharia

 

5 inovações no canteiro de obra em 2019, confira as tendências

Você já sabe que inovações na construção civil brasileira são urgentes e necessárias, certo?

É preciso levar o setor a um novo patamar, com mais eficiência e produtividade.

Você também provavelmente já leu sobre como a tecnologia pode induzir essas transformações.

É certo que, de modo geral, a construção civil é apegada a práticas de produção tradicionais. Ainda assim, cada vez mais é possível encontrar exemplos reais de inovações na construção civil.

Ficou curioso para saber mais?

Então, siga comigo que irei te mostrar algumas iniciativas concretas:

1 – Uso de drones no acompanhamento de obras


Os drones na construção civil também são vistos como complementos e verdadeiros aliados, já que podem oferecer ferramentas para fidelizar e atrair cientes para o empreendimento.

A Obra 3D é uma ferramenta que retrata sua construção de forma tridimensional. Nosso serviço permite ver o que acontece na obra periodicamente, através de equipamentos de alta precisão.

O mapa em 3D permite visualizar sua obra em 3 dimensões no estado atual de maneira mensurável.

PRINCIPAIS OBJETIVOS DO 3D EM OBRAS
Monitorar o andamento do projeto, cumprir exigências de prazos e especificações contratuais, medir a produtividade do trabalho, obedecendo o orçamento e planejamento estabelecido, trazendo inovações ao canteiro de obra.

VANTAGENS

  • Diminui visitas de engenheiros, arquitetos e coordenadores ao canteiro de obra.
  • Reforço ao argumento a equipe de vendas e marketing.
  • Potencializado de vendas.
  • Serviço inovador e exclusivo no Mercado.
  • Otimização de tempo e recursos financeiros.
  • Dados podem ser transformados em material didático para cursos e treinamentos internos da empresa.
  • Ferramenta com simples manuseio.
  • Disposição de modelo de 3D para checagem.
  • Acelera o controle de qualidade na obra.

2 – Impressão 3D


Como muitas inovações na construção civil, a impressão 3D tem enorme potencial de crescimento. Da mesma forma, no entanto, a tecnologia está em fase embrionária.

Ainda assim é possível identificar algumas iniciativas que indicam que essa tendência é viável!

É o caso, por exemplo, da Apis Cor, que desenvolveu uma máquina que imprime edifícios. A tecnologia promete cortar custos de canteiro de obras em até 40% em comparação a métodos tradicionais. A impressora ergueu uma casa de 100 m² em apenas 24 horas na Rússia.

Quem também trabalha com impressão 3D é a Fast Brick, que tem um robô capaz de fazer construções rapidamente, tijolo por tijolo. Automatizada, a máquina monta o equivalente a 1 mil tijolos por hora em uma barra de 30 metros. Com isso, reduz o uso de mão de obra e o desperdício de materiais. Logo, contribui com o meio ambiente.

No Brasil, a startup Inovatec House 3D vem trabalhando na impressão de módulos em microconcreto. Se quiser saber mais sobre como isso é feito, confira a entrevista abaixo concedida pela CEO da Inovatec, Juliana Martinelli.

 

3 – Realidade virtual


A realidade virtual é uma tecnologia de interface entre um usuário e um sistema operacional. E faz isso por meio de recursos gráficos 3D ou imagens 360º.

O objetivo é criar a sensação de presença em um ambiente virtual. Ou seja, proporcionando uma completa imersão em um ambiente digital simulado em tempo real.

O potencial de aplicação da realidade virtual na indústria da construção é enorme. Tanto é que já há várias construtechs e proptechs se apropriando dela.

A realidade virtual pode, por exemplo, auxiliar o design de projetos. Quer ver um exemplo?

A HoloLens, plataforma computacional holográfica, é uma delas. A solução da empresa permite visualizar o projeto 3D em miniatura e em escala real com uso de óculos especiais.

Mais que isso, possibilita ao profissional enxergar o projeto em 3D trazendo inovações no ambiente de uma obra. Assim, permite identificar possíveis erros ou reparos a serem feitos.

Além disso, com a simulação em um ambiente virtual, o cliente pode se sentir dentro da habitação. Assim, pode até mesmo solicitar modificações na planta.

Logo, a realidade virtual também tem um campo promissor ao prover ao comprador uma experiência mais imersiva.

Empresas como DH Virtual Reality e Webeleven oferecem essa tecnologia.

Há, também, a iTeleport, que se propõe a aprimorar o ciclo de vendas e a eficácia do marketing. Assim, aumentando a atratividade das propriedades por meio de visitação completa e online.

Manutenção em edifícios, treinamento em situações de risco e projetos de design de interiores são outros usos importantes da realidade virtual na construção. A ThyssenKrupp, por exemplo, já utiliza esse tipo de recurso para manutenção de elevadores.

No vídeo abaixo você pode entender melhor como essa tecnologia funciona.

4 – Inteligência artificial


O termo “inteligência artificial” refere-se a máquinas capazes de resolver problemas que, até então, eram solucionados apenas pelos seres humanos. Isso é possível graças à alta capacidade de processamento computacional. É mais um campo fértil para as inovações na construção civil.

Afinal, são várias as possibilidades de aplicações reais da inteligência artificial.

Um deles é na automatização da montagem com robôs.

O Instituto de Robótica e Sistemas Inteligentes de Zurique, na Suíça, desenvolveu um robô autônomo. Esse robô possui as mesmas habilidades que os operários. Logo, pode manipular diversos materiais de construção, andar por terrenos desnivelados e montar estruturas com precisão milimétrica.

A máquina segue uma programação pré-definida pelos engenheiros e tem como principal vantagem as chances quase nulas de ocorrerem erros. Além disso, com uso de internet das coisas pode se comunicar a distância.

No Brasil, as startups Zero Distrato e Urbank aplicam a IA com objetivos diferentes.

A Zero Distrato utiliza a tecnologia para prever distratos de imóvel para incorporadoras e urbanizadoras com até doze meses de antecedência. Já a Urbank utiliza o algoritmo para auxiliar a gestão e o repasse de crédito no mercado imobiliário.

A IA pode ser utilizada, ainda, para apoiar estratégias de relacionamento e atendimento ao cliente. O IBM Watson, por exemplo, é capaz de analisar os dados obtidos pelo atendimento ao cliente em um chat. Assim, pode apresentar soluções. Com isso, não apenas diminui o tempo de resposta, mas direciona as alternativas ao cliente e melhora a experiência do usuário.

O vídeo abaixo explica como o IBM Watson funciona. Confira as inovações!

 

5 – Internet das Coisas


A Internet of Things (IoT) é uma das inovações na construção civil que tem causado transformações profundas no setor.

Um dos campos é o da manutenção. Sensores instalados em telhados permitem monitorar o seu ciclo de vida com mais precisão, por exemplo. Assim, evita-se substituições antes do necessário.

Da mesma maneira ocorre com elevadores e sistemas de ar-condicionado. Assim sendo, fornecem dados confiáveis sobre seu status de funcionamento. Logo permitem reduzir custos com manutenção.

Veja outro caso interessante. A instalação de sensores em reservatórios de água. Isso permite monitorar a distância, via Internet, o consumo desse insumo. No caso de vazamentos e possíveis desvios irregulares, a ferramenta emite alertas e avisa o gestor, via SMS, sobre o consumo fora do padrão.

Nos Estados Unidos, a IoT vem sendo aproveitada para garantir a qualidade do concreto. Acoplados às armaduras, sensores conectados a smartphones avisam quando o material atingiu um nível de resistência confiável. Ou seja, que permita a retirada das fôrmas das inovações.

A IoT e a marcação via RFID também vem ajudando construtoras a rastrear toda e qualquer movimentação de matéria-prima. Assim, evitam problemas que comprometam a produtividade.

Referencia: https://www.buildin.com.br

 

Registro fotográfico de obra: como a fotografia pode ser aliada na construção civil?

 

O gestor de construção civil já conhece os benefícios que os recursos tecnológicos dos aplicativos oferecem para o planejamento das construções, mas poucos são tão eficientes quanto o registro fotográfico de obra. As fotografias permitem controlar aspectos diversos relacionados ao trabalho como qualidade do serviço prestado por seus funcionários e pelas empresas terceirizadas, segurança no canteiro de obras, como uso adequado dos EPIs (equipamentos de proteção individual) e disposição dos EPCs (equipamentos de proteção coletiva) no ambiente, cumprimento das normas trabalhistas e progresso diário verificado na construção.

Veja abaixo algumas dicas para você usar esse valioso recurso.

Mostre o avanço do trabalho

Monte um álbum de fotografias tiradas exatamente do mesmo local e de forma periódica (diariamente, a cada dois dias ou semanalmente). Cada uma delas deve ser datada e conter uma breve descrição do esforço empreendido. Como mencionamos, tente registrar o mesmo ângulo da imagem nas fotografias com o objetivo de mostrar o avanço do trabalho realizado por sua equipe.

Registre situações que fujam da normalidade

A exceção aparece constantemente nos projetos de construção civil. Para que sua equipe atue com rapidez diante dos imprevistos

Envolva seus profissionais

Como mencionado no tópico anterior, ao destacar uma fotografia no grupo, você inicia uma discussão que pode ser extremamente produtiva. Trata-se de uma forma inclusive de aproximar profissionais, como o arquiteto e o engenheiro de obras, que ficam normalmente distantes do canteiro de obras. Na economia colaborativa, tão comentada nos dias de hoje, não há nada mais importante do que a geração de conhecimento pela companhia. A Obra 3D auxilia o processo ao envolver os diversos profissionais que atuam em uma empresa de construção civil.

Fique atento aos detalhes

Ao analisar as fotografias, verifique minuciosamente as condições de segurança e saúde. Ainda que sua empresa cumpra todas elas, existe a possibilidade de você perceber um funcionário ignorando seu EPI ou detectar alguma falha no EPC, como, por exemplo, a falta de rede de proteção isolando o poço do elevador. Esses detalhes podem não ser percebidos pelo olho humano nas visitas técnicas, situação que não ocorre com as onipresentes câmeras dos dispositivos eletrônicos (celulares e tablets). Ao perceber tais falhas de segurança, não hesite em informar rapidamente o técnico de segurança da obra para que as medidas necessárias sejam tomadas.

Use as fotografias para treinar seus funcionários

Algumas construtoras têm o hábito muito positivo de usar as fotografias das obras para treinar seus colaboradores. O objetivo é evidenciar quais são as melhores práticas de trabalho e aquelas que devem ser evitadas a fim de tornar o dia a dia muito mais produtivo.

Utilize as fotos em apresentações de marketing

O material visual pode ser também usado para impressionar potenciais clientes. Já pensou em selecionar os melhores registros fotográficos de obra para empregá-los em uma apresentação de marketing ou vendas? Esteja certo de que as chances de novos negócios aumentarão sensivelmente.

Publique o conteúdo nas redes sociais

Existe ainda a possibilidade de usar os recursos visuais nas redes sociais caso sua empresa possua uma estratégia de comunicação, preocupação elementar nos dias de hoje como já comentamos em nosso blog. Nesse caso, nosso conselho é que o gestor de construção civil registre as fotografias no fim da obra para mostrar o resultado do trabalho. Caso faça sentido em sua estratégia de marketing, o Facebook é a rede social ideal para que você esteja em contato com o consumidor final.

A Obra 3D

Ajuda construtoras a vender e registrar seu empreendimento através de acompanhamento de obras com drone com fotos de alta qualidade.

Fonte: https://constructapp.io/pt/registro-fotografico-de-obra/

Novidades da construção civil: tendências 2019

O canteiro tecnológico e automatizado é a maior aposta dentro das tendências da Construção Civil para 2019

As construtoras e incorporadoras pedem cada vez mais processos ágeis, limpos e funcionais e o mercado atual da construção civil está se voltando cada vez mais para a necessidade de inovação e implementação de novas tecnologias tanto no desenvolvimento de um projeto tanto no canteiro de obras, utilizando-se assim de vários processos tecnológicos para facilitar esse desenvolvimento do setor dentro de em uma escala nacional.

O canteiro tecnológico e automatizado é a maior aposta dentro da Construção Civil para 2019, pois reúne diversas tecnologias como o BIM, realidade aumentada, impressão 3D e Realidade aumentada com o objetivo de obter melhores resultados na entrega final de um projeto. Confira abaixo algumas inovações que estão revolucionando a Construção Civil:

BIM

O BIM (ou Building Information Modeling, do inglês) é uma tecnologia com base de dados 3D relacionada ao desenvolvimento de modelos virtuais para a construção e que reúne informações de diversos softwares em um lugar só permitindo não só a coleta de dados, mas também a visualização e entendimento de vários aspectos de um projeto através de desenhos e objetos em 3D.

DRONES

Os drones são veículos aéreos não tripulados (VANTs) que têm sido cada vez mais utilizados na construção civil para realizar atividades como, por exemplo, medição de temperatura e a avaliação de terrenos para detectar possíveis deficiências no solo entre outras adversidades. Além disso, permite com facilidade o acesso a regiões com grandes altitudes, penhascos ou regiões de difícil acesso e também facilitam a visualização do andamento da obra como um todo. A Obra 3D é uma ferramenta que retrata a construção de forma tridimensional. O serviço permite ver o que acontece na obra periodicamente, através de equipamentos de alta precisão e drones.

IMPRESSÃO 3D

A impressão 3D surgiu na década de 80 e está em amplo desenvolvimento e começa, aos poucos, a ser inserida no universo da Construção Civil principalmente para ilustrar e facilitar a visualização de projetos de empreendimentos através de maquetes tridimensionais.

É o processo pelo qual um objeto é criado a partir de uma máquina para criar objetos sólidos tridimensionais a partir de um modelo digital e pode ser implementada nas mais variadas finalidades e projetos.

REALIDADE AUMENTADA

A realidade aumentada também é a grande aposta para os próximos anos e pretende inovar a forma como construtoras e incorporadoras apresentam seus empreendimentos aproximando o consumidor final do desenvolvimento de um projeto desde a planta até a entrega.

Com utilização de óculos especiais a pessoa pode visualizar, por exemplo, um imóvel já com o acabamento pronto quando ele ainda está em suas fases iniciais. O objetivo aqui é possibilitar novas experiências ao consumidor final o que irá refletir também nas vendas.

INTERNET DAS COISAS

O termo que deriva do inglês: Internet of Things — IoT pode ser utilizada em diversos dispositivos conectados entre si e armazenados “na nuvem” para reduzir custos e otimizar processos dentro de um projeto na construção civil.

Os temas foram abordados durante o Construsummit, evento que ocorreu entre os dias 28 e 29 de novembro e reuniu engenheiros, arquitetos, profissionais da construção, startups e profissionais renomados da área para discutir as mais novas tecnologias e inovações no mundo da construção civil e novidades do setor que é responsável por 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro ou cerca de R$ 300 milhões por ano no Brasil, além das tendências para 2019.

Fonte: Mapa da Obra

 

Technology

Índice de Confiança da Construção

Índice de Confiança da Construção sobe 1,5 ponto em outubro

Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, subiu 1,5 ponto em outubro, ao passar de 80,3 para 81,8 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice se mantém estável.

“O distanciamento dos dias conturbados de maio e a proximidade de mudança no cenário político parecem estar contribuindo para a recuperação da confiança do empresário da construção. Houve uma redução do pessimismo em grande parte dos segmentos setoriais, associada às expectativas de demanda para os próximos meses. A carteira de contratos das empresas cresceu, recuperando o patamar de 2015, o que deve sustentar a melhora da atividade nos próximos meses”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

Em outubro, a alta do ICST foi influenciada tanto pela melhora da situação atual quanto das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) subiu 0,6 ponto, atingindo 73 pontos, o maior nível desde junho de 2015 (74,2 pontos). A maior contribuição para o resultado favorável no mês veio da percepção de melhora dos empresários sobre a situação atual da carteira de contratos, cujo indicador aumentou 0,9 ponto, ao passar de 70,8 para 71,7 pontos, o maior nível desde junho de 2015 (73,9 pontos).

O Índice de Expectativas (IE-CST) avançou 2,3 pontos, subindo para 91,0 pontos, retornando ao nível de julho desse ano. Os dois quesitos que compõem o IE-CST apresentaram evolução positiva, com destaque para o indicador que mede demanda prevista para próximos três meses, que subiu 2,9 pontos para 92,7 pontos, retornando ao patamar próximo ao período pré-crise.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor caiu 0,4 ponto percentual, para 66,0%. Os indicadores desagregados dos Nucis para Mão de Obra e Máquinas e Equipamentos também tiveram variações negativas, -0,4 e -0,5 ponto percentual, respectivamente.

Fatores Limitativos à melhora dos negócios

Entre os fatores que estão limitando a melhora do ambiente de negócios, demanda insuficiente é citada por 51,5% das empresas do setor e listada como o principal problema desde agosto de 2014.

Neste quesito, são listadas dez opções de fatores limitativos. No entanto, é reservado um espaço de respostas livres para que os empresários descrevam “outros” problemas não listados anteriormente. Esse grupo foi assumindo maior relevância nos últimos anos, alcançando 24,4% das assinalações em outubro.

O Cenário Econômico é apontado por 51,8% dos empresários, sendo seguido por Incerteza Política e Carência de Investimento, com 26,2% e 7,1%, respectivamente. “O baixo crescimento da economia é o aspecto que mais se sobressai e impede um ritmo de recuperação mais forte para os investimentos na construção”, comentou Ana.

Fonte: https://www.aecweb.com.br/cont/n/indice-de-confianca-da-construcao-cresce-15-ponto-em-outubro_18092

 

O que é o soft clash e clashdetection no modelo BIM?

O Building Information Modeling (BIM), ou Modelo de Informação da Construção, não é apenas um software, mas um conjunto de processos que utiliza tecnologias que criam um modelo de informação do edifício. Segundo especialistas, é instrumento necessário à mudança de cultura no setor. O BIM otimiza o desenvolvimento e transmissão de informações integrando projeto, construção e operação/manutenção de uma edificação durante todo seu ciclo de vida. Os softwares BIM localizam automaticamente as interferências entre os objetos que compõem um modelo.

Esta funcionalidade é conhecida como ‘clashdetection’. Além da localização automática, algumas soluções também classificam as interferências como leves, moderadas ou críticas. A interferência entre duas tubulações de pequeno diâmetro é considerada “leve“, ou de fácil solução, pois envolveria a mera utilização de conexões padronizadas. Já a interferência de uma tubulação de grande diâmetro com um componente estrutural, seria considerada como crítica, pois deverão envolver revisão de projetos.

Algumas soluções BIM são capazes ainda de identificaras chamadas ‘interferências funcionais’ (ou ‘soft clash’). Por exemplo, quando no projeto de uma sala de reuniões com recursos multimídia um projetor para apresentações, fixado no teto, é posicionado atrás de uma luminária externa, localizada entre ele e a tela de projeção. Apesar dos dois equipamentos não ocuparemo mesmo lugar no espaço, trata-se de uma interferência que impediria o funcionamento adequado do sistema.Algumas soluções BIM admitem a programação e inserção de ‘regras de verificação’ que podem, por exemplo, verificar a consistência da rota de acesso de deficientes físicos às edificações (ou a parte delas); ou ainda, de exigências específicas, feitas, por exemplo,pelos códigos sanitários ou de uso e ocupação do solo.

 

Qual o tipo de cimento para sua obra? Conheça todos os tipos de cimento abaixo.

O cimento mais utilizado e que mais conhecemos é o Cimento Portland, foi descoberto apenas em 1824 por Joseph Aspdin, que resolveu queimar umas pedras calcárias com argila, pode ser considerada uma descoberta recente e que revolucionou a construção civil.  O nome Portland vem de uma ilha irrelevante que tem as pedras da cor do cimento. Depois, resolveram fazer outros testes e descobriram que com a mistura de escória siderúrgica (um resíduo na fabricação de aço) e materiais pozolânicos o cimento adquiria outras propriedades interessantes.

Existem no Brasil cerca de cinco tipos básicos de cimento e três especiais. Embora todos sejam indicados para uso geral na construção civil, há diferenças entre eles. “Conhecer bem as características e propriedades, ligadas a cada tipo, ajuda a aproveitá-las da melhor forma possível na aplicação que se tem em vista”, afirma Arnaldo Forti Battagin, gerente do laboratório da Associação Brasileira do Cimento Portland (ABCP).

COMPONENTES DO CIMENTO PORTLAND :

  • Clínquer: O clínquer tem como matérias-primas o calcário e a argila moídos. A mistura passa por um forno e o calor transforma essa mistura em clínquer.
  • Gesso: O gesso tem como função básica controlar o tempo de pega, sem ele a pega seria quase imediata.
  • Adições: As adições tem como função principal reduzir o consumo de clínquer,conservando as propriedades do cimento, e consequentemente reduzir o consumo de energia em sua fabricação. Portanto, partimos do entendimento de que todos os cimentos com adições podem ser utilizados em situações comunsAs principais adições são escórias granuladas de alto-forno, materiais pozolânicos e materiais carbonáticos.

 

TIPOS DE CIMENTO PORTLAND :

  • CP I – Cimento comum
    • CP I-S – Cimento comum com adição
  • CP II – Cimento composto
    • CP II-E – Cimento composto com escória
    • CP II-Z – Cimento composto com pozolana
    • CP II-F – Cimento composto com fíler
  • CP III – Cimento de alto forno
  • CP IV – Cimento pozolânico
  • CP V-ARI – Cimento de alta resistência inicial
  • CP I – É o nosso cimento mais comum, ele é o cimento “original”, sem adições. Não possui nenhum tipo de aditivo, apenas o gesso que tem a função de retardar o início de pega do cimento para possibilitar mais tempo na aplicação.CP II – Assim conhecido porque tem a adição de outros materiais na sua mistura, que conferem a este cimento um menor calor de hidratação, ou seja, ele libera menos calor quando entra em contato com a água (representam cerca de 75% da produção industrial no Brasil)
    • CP II-E – A adição de escória de alto forno faz com que o cimento libere menor calor na hidratação.  Ao liberar o calor mais lentamente, reduz a probabilidade de ocorrência de fissuras e trincas no processo de cura.
    • CP II-Z – A adição de materiais pozolânicos faz com que o cimento tenha menor permeabilidade, tornando-o útil para obras subterrâneas e com presença de água.
    • CP II-F – Cimento com adição de material carbonático – fíler. Portanto é um cimento muito utilizado para preparo de argamassas, estruturas de concreto armado ou qualquer outra estrutura que não esteja em um ambiente muito agressivo, principalmente com presença de sulfatos.

    CP III – O cimento de alto forno possui muito mais escória do que seu irmão mais simples, o CP II-E. Portanto, o calor liberado na hidratação é ainda mais lento, apresenta baixa permeabilidade e alta durabilidade. É utilizado para obras grandes, que possuem peças enormes, como barragens, estradas, tubos para transporte de líquidos agressivos, etc.

    CP IV –Tem sua composição de 35% a 70% de escória de alto-forno. Apresenta maior impermeabilidade e durabilidade muito utilizado em obras com ação de água corrente e ambientes agressivos. À longo prazo, o concreto com CP IV apresenta resistência maior do que o concreto feito com cimento comum.

    CP V – ARI – O cimento ARI (alta resistência inicial) não possui aditivos. Porém, seu clínquer possui dosagem diferenciada. Esse tipo de cimento pode atingir até 26 MPa com 1 dia de cura! É indicado para obras que necessitam de desforma rápida.

    Tipo de Cimento Adições Sigla Norma
    Cimento Portland Comum Escória, pozolana ou fíler (até 5%) CP I-S 32
    CP I-S 40
    5732
    Cimento Portland Composto Escória (6-34%) CP II-E 32
    CP II-E 40
    11578
    Pozolana (6-14%) CP II-Z 32
    Fíler (6-10%) CP II-F 32
    CP II-F 40
    Cimento Portland de Alto-Forno Escória (35-70%) CP III 32
    CP III 40
    5735
    Cimento Portland Pozolânico Pozolana (15-50%) CP IV 32 5736
    Cimento Portland de Alta Resistência Inicial Materiais carbonáticos (até 5%) CP V-ARI 5733
    Cimento Portland Resistente aos Sulfatos Estes cimentos são designados pela sigla RS. Ex.: CP III-40 RS, CP V-ARI RS 5737

    Fonte: http://www.abcp.org.br/cms/perguntas-frequentes/quais-sao-os-tipos-de-cimento-portland/

  • DICAS DE ESTOCAGEM DO CIMENTO

    • Estocar em local seco, coberto e fechado, longe de tanques, torneiras e encanamentos.
    • Usar pallets para evitar contato com o piso e facilitar o transporte.
    • Não formar pilhas maiores do que 10 sacos. Excesso de compressão pode endurecer o cimento.
    • Utilizar primeiro o cimento estocado há mais tempo. O cimento, bem estocado, é próprio para uso por três meses.
    • Evite estocá-lo em temperaturas abaixo de 12°C antes do uso. A temperatura baixa pode ocasionar um retardamento do inicio de pega.

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